Uma teóloga entre nós
Graças a Deus as mulheres estão ganhando espaço na igreja. Tidas, por muito tempo, como pessoas, possivelmente chamadas apenas para auxiliar, hoje, as mulheres ocupam diversos cargos importantes nas igrejas – algumas delas graus máximos, como: pastoras, bispas e etc.
Uma das provas da “evolução” da posição da mulher na igreja, é a presença crescente de alunas nos bancos das escolas e cursos teológicos – isso mostra que além de participar elas querem estar altamente capacitadas para o serviço.
Um dos nomes em evidência é o de Elaine Rezende, para os mais chegados: Nani. Companheira e amiga do Celebrai, Nani é graduanda em teologia pelo Mackenzie e uma blogueira cristã muito inteligente – tem se destacado com seu blog: Nani e a Teologia.
Como ontem foi o dia Internacional da Mulher – nossos parabéns a todas elas – e hoje é aniversário da Nani (veja o post Nani 3.0), publicamos a entrevista que a Nani concedeu ao Celebrai (começamos a cumprir, portanto, a promessa de publicar uma entrevista por mês).
Desejamos a Nani toda a felicidade do mundo, pedindo a Deus continue dando-lhe sabedoria medianta a iluminação do Espírito, e desde já, reiteremos nossos votos de felicidades (deixados no post referido). Outrossim, esperamos que através desta entrevista todos possam conhecê-la um pouco mais, a fim de amá-la ainda mais.
Sinceramente, eu sei lá! Um belo dia me deu vontade e fiz uma conta no Blogspot. Só sei que gostei disso e hoje encaro o blog como uma práxis cristã pessoal.
A Teologia Cristã – e não esses modismos que vemos por aí – serve como uma âncora. Algo que não nos deixa ir para longe demais de onde deveríamos estar sempre [em Cristo].
Nani: Falta de personalidade. O lado bom de um blog é ser algo pessoal. Você precisa deixar o blog transparecer quem você é e escrever o que você acredita. Blogar só para agradar aos outros ou dar uma de meigo é perda de tempo.
Nani: Eu nem sei se os católicos são tão idólatras como os evangélicos dizem… O que é claro para mim é que os dois lados sentem a necessidade de acreditar em algo próximo [o objeto, a imagem] que seja controlado pelo homem [a oração e as palavras "com poder", o famoso "eu determino"]. Continuamos ainda dentro do sentido de magia e não conseguimos encarar o Reino e a vontade de Deus sem esta “muleta”.

Will, reitero: essa iniciativa de entrevistar a galera é muito edificante!Parabéns, mesmo, cara… Abraços!