Diferentemente de como pensava nos tempos de escravidão religiosa – eu ainda sou escravo de outras coisas, confesso, mas só de não ser bichinho da religião já é um peso a menos…e que peso, hein. –, não sou o dono da verdade. Até porque a verdade não é coisa que se possui, mas sim o que se é; prerrogativa incomunicável do Rabi de Nazaré. Tudo além ou fora Dele é relativo ou inconsistente.

Por não ser dono da verdade, respeito e estou aberto a qualquer opinião divergente; com os olhos e a vida em Jesus de Nazaré, não tenho nenhuma pretensão em viver absolutos a ponto de não me abrir para o diálogo inteligente. Sendo assim, reconheço que posso simpatizar com alguma opinião diferente da minha, no entanto, até agora, sou um cara anti-religião; tenho muitos, mas muitos argumentos para odiar aquilo que aliena, obstrui e reprimi a vida.

Com essa proposta, inevitavelmente as perguntas surgem: como ser de Cristo sem ser religioso? O que fazer no reino sem a religião? Servir numa instituição significa ser escravo da religião? Como é a vida anti-religiosa? E tantas outras.

Sem fazer “vistas grossas” às perguntas, disponho-me a (tentar) atender esta demanda em uma série: a vida após a religião. Que se dividirá em 3 posts:

1º Sim, eu odeio a religião;

2º  É possível servir ao reino, a partir de uma instituição, sem ser religioso?;

3º O evangelho, o reino de Deus e uma nova espiritualidade;

Não sei se será possível responder a todas as perguntas a que sou submetido, com estes posts, entretanto tentar já é uma grande solução.

Convido a todos para este bate-papo!

Forte abraço,

Will
2leep.com