Sem palavras, só alegria!

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Com o técnico que temos, com o time que formamos e com a torcida que somos…………………………DALE PORCO!!!!!!

Falou bambisada, nos vemos no brasileirão!!!!!

Bem – aventurados os que choram, porque serão consolados.

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Precisamos ter e, principalmente, ser bons exemplos

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Não sei exatamente o porquê, mas todo ser humano se sente bem quando tem heróis, ou melhor, nós, seres humanos, precisamos de heróis. Talvez a explicação mais plausível seja a de que precisamos de “espelhos” refletindo luz sobre nossas trevas exteriores e interiores.
A psicologia e a vivência dizem que a criança aprende através de um processo cognitivo de cópia (imitação), aprende-se a falar quando ao ouvir os outros, enfim, são muitas provas de que a maior fonte de aprendizagem da criança é a imitação.
No processo de evolução do homem todas as fases são permeadas por exemplos – bons e ruins. Todos nós temos exemplos a seguir, nossa lista de super-heróis e de vilãos geralmente é muito cheia e diversificada.
Partindo, e nunca deixando de partir, da premissa que a Bíblia é a revelação de Deus tanto do passado quanto do futuro para a humanidade também percebemos histórias de heróis.
Temos, entre muitos, Abraão como “pai da fé”; Moisés como “um grande legislador”; Josué como “poderoso conquistador”; Samuel como “um exemplar jurista, sacerdote e profeta”; Davi como o mais “célebre de todos os reis que o mundo teve”; Salomão como o mais “sábio de todos os homens”; Jeremias um profeta que “chorava as lágrimas do próprio Deus”; Isaías o profeta “messiânico”; Daniel “um jovem exemplar diante de uma sociedade decaída”; João Batista “um profeta sem medo da vida”; Jesus “o maior e mais perfeito de todos os servos”; Pedro um “pastor genuíno”; João um “amigo verdadeiro”; Paulo “o maior de todos os teólogos”.
Na história da igreja conhecemos outros tantos: Agostinho “o segundo Paulo”; João Crisóstomo “o boca de ouro”; Orígenes e Abelardo “ilustríssimos teólogos e pais da igreja”; Lutero “um grande reformador”; Calvino “o segundo Agostinho e o terceiro Paulo”; Jhon Wesley “um genuíno revolucionário”; George Whitefield “um pregador singular”; São Francisco de Assis “um humano profundamente humano”; D.L. Moody “um pastor tal como Pedro”; Charles H. Spurgeon “o príncipe dos pregadores”; Dietrich Bonhoeffer um “cristão à frente de seu tempo”; Martin Luther king um “cristão de corpo, alma e espírito”; Madre Teresa de Calcutá “Uma mulher sem igual”; Jhon Stott um “cristão que pensa”; Jhon Pipper um “pregador de identidade”; Paul Tillich “um teólogo sem medos de questionar”; Philip Yancey um teólogo que redescobriu a “maravilhosa graça” e outros milhares.
Na história secular conhecemos Sócrates, Aristóteles e Platão “Filósofos singulares”; Alexandre um “grande conquistador”; Joana D´arc a “bruxa mais princesa que existiu; Napoleão Bonaparte “o Alexandre francês”; Mahatma Gandhi “um hindu com alma cristã”; Albert Einstein “o cientista que nem a ciência sabe explicar”; e muitos, mas muitos outros homens e mulheres espetaculares.
No Brasil tivemos e temos: Zumbi dos Palmares “escravo de corpo, mas de mente livre”; Tiradentes “um brasileiro de corpo e alma”; Machado de Assis “um literário-louco”; Carlos Drummond de Andrade, Oswald de Andrade; Tarsila do Amaral, Chiquinha Gonzaga; Monteiro Lobato “brasileiros que o Brasil jamais foi digno”; e muitos outros que ainda subsistem em nossos dias.
A igreja evangélica brasileira ainda nos dá alguns bons nomes: Caio Fábio “um reverendo reverendíssimo”; Ricardo Gondim “um pregador pentecostal equilibrado”; Hernandes Dias Lopes “um presbiteriano desalienado”; Ariovaldo Ramos “um teólogo de corpo e alma”; e muitos outros que preferem a surdina e outros que ainda hão de aparecer. Enfim, são muitos nomes – graças a Deus.
Na próxima segunda-feira o Brasil comemora o dia do “Jesus Cristo brasileiro” (observem a fisionomia); dia 21 de abril lembramos de que alguém ousou sonhar nesse país, sonhar com a liberdade, sonhar, apesar, da alienação que tanto nos atrofia a mente.
O dia de Tiradentes significa muito para a história brasileira não só pelo fato de estar em lembrança a vida de Tiradentes pura e simplesmente, mas pelo fato de que a história deste super-herói brasileiro transcende todas as perspectivas políticas e históricas dessa nação tupiniquim.
Mas onde estão nossos heróis atuais? Não merecem ser celebrados ainda quando vivos? Sei que a lista dos exemplos a ser seguidos hoje é muito pequena, por vezes com dois ou três nomes; cabe a nós, e principalmente aos jovens, lutar para compormos uma nova lista; e isso não esperando de terceiros, muito pelo contrário, arregaçando nossas mangas e mostrando que ainda há no Brasil, jovens tal como Tiradentes, que estão dispostos a ir à forca por seus projetos, a perder a cabeça por seus ideais, sempre se valendo da inexorável premissa: todo homem deve ser medido não pelas suas posses e muito menos por sua fama, mas sim pelos ideais e causas que abraça. Se queremos que um dia esse país tenha referências internacionais “além do Pelé ou das nádegas de nossas mulheres” e nacionais “além do BBB e as novelas”, se quisermos que nossos sucessores possam olhar para o passado mais próximo e ter em quem se espelhar, cabe, a nós, somente a nós, transformar essa pobre (em muitos sentidos) sociedade.
Nesse ponto o discurso engrossa muito mais para com os cristãos, se somos de fato seguidores e imitadores do Cristo de Deus devemos arrebentar as portas que nos trancam num quarto escuro de idéias, destruir as camisas de força da estagnação, ir para o mundo semear a boa semente do amor de Deus e exalar o bom cheiro de Cristo.
Deixo-vos com Geraldo Vandré em Pra não dizer que não falei das flores:

Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Nas escolas nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantado e seguindo a canção
Vem vamos embora que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora não espera acontecer
Pelos campos a fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão
Vem vamos embora que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora não espera acontecer
Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição:
De morrer pela pátria e viver sem razão
Vem vamos embora que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora não espera acontecer
Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Somos todos soldados, armados ou não
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais, braços dados ou não
Os amores na mente, as flores no chão
A certeza na frente, a história na mão
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Aprendendo e ensinando uma nova lição
Vem vamos embora que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora não espera acontecer
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Delírios

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Acordei com febre. Delirei. Em minha alucinação, imaginei-me numa igreja evangélica, num culto de empresários. Calado, ouvia testemunhos de vitória financeira, de ex-falidos que enriqueceram, de cancelamento de dívidas. Subitamente, surgiu diante de mim um livro enorme com páginas reluzentes.


Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição, pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram com muitos sofrimentos (1Timóteo 6.9-10).

Depois, na mesma reunião, eu me via pregando: “Pare de sofrer, venha para Cristo e todos os seu tormentos vão acabar”. De repente, a página do grande livro virou e li:

Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida, a perderá, mas quem perder a sua vida por minha causa, a encontrará (Mateus 16.24.25). No mundo tereis aflições… (João 16.33).

A febre aumentou e eu identifiquei uma pessoa igualzinha a mim dando aula, agora para um pequeno auditório: “Aprenda a reivindicar os seus direitos com Deus, afinal de contas você é filha do rei e precisa aprender a buscar o que é seu”. A folha do livro virou novamente:

Todavia, não me importo, nem considero a minha vida de valor algum para mim mesmo, se tão-somente puder terminar a corrida e completar o ministério que o Senhor Jesus me confiou, de testemunhar do evangelho da graça de Deus (Atos 20.24).

Comecei a tremer, meu corpo se arrepiava com ondas de frio; vertigens, imagens confusas, se alternavam diante dos meus olhos e eu insistia em pregar para o mesmo auditório: “Vou ensinar-lhes a alcançar todas as bênçãos que os filhos de Deus merecem”. O livro parecia inflamado, labaredas de fogo queimavam sem consumir as páginas que, vermelhas, passavam velozmente:

E, se é pela graça, já não é mais pelas obras; se fosse, a graça já não seria graça (Romanos 11.6).

Nesse frenesi alucinado, minhas forças desapareceram enquanto uma voz procurava incentivar-me: “Você pode, você pode. Conscientize-se de sua fortaleza, não admita a idéia de ser fraco”. O livro rodopiou no céu e veio em direção a mim enquanto um dedo, sem mão, apontava para dois textos grafados a fogo:

Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. Portanto, eu me gloriarei ainda mais alegremente em minhas fraquezas, para que o poder de Cristo repouse em mim. Por isso, por amor de Cristo, regozijo-me nas fraquezas, nos insultos, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias. Pois, quando sou fraco é que sou forte (2Coríntios 12.9-10).

Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana,humilhou-se a si mesmo e foi obediente até a morte, e morte de cruz! (Filipenses 2.5-8).

Terminei de escrever o que havia se passado comigo e dormi. Hoje amanheci totalmente curado.

Soli Deo Gloria.

(Pr., Mestre e Pai: Ricardo Gondim)

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Será a volta das dez pragas?

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