Pedido de oração
4Janeiro passado, o Celebrai completou três anos. Não se deu uma possível ênfase a tal evento porque percebeu-se que para um blog, depois dos dois anos de vida, é melhor esperar chegar aos cinco anos e, só então, comemorar. Talvez seja uma mera questão de economia, ou preguiça mesmo, quem sabe até de esperança, afinal, depois do Twitter e do Facebook, blogar tem sido tarefa para valentes.
A cura
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Na adolescência, fora ensinado sobre a necessidade vital de ser intenso. Mesmo assim, vez por outra achava-se em dúvida acerca das possibilidades reais de tamanho desafio. Dentre todas as entregas, uma lhe marcou: certa feita, amou por inteiro e teve seus planos frustrados. Sofreu, sangrou, chegou a concluir que fora enganado; cogitou entrar para o partido dos superficiais. Não queria mais sofrer em vão. Mas quando menos esperava, o amor, este mesmo que lhe rasgara o coração em pedaços e que atravessara sua alma como uma espada afiada, imerso no imponderável, chegou sem aviso prévio, pegou em sua mão direita, puxou-lhe para um abraço e lhe sussurrou ao pé do ouvido: sou a tua cura.
Desde então, amar tem sido seu maior ofício.
2leep.comMilagre
7Vez por outra, alguém me questiona se creio ou não em milagres? Mesmo suspeitando que milagre seja um adjetivo, não um substantivo como popularmente divulgado, não dá pra dizer que o fato abaixo não seja um milagre. É por essas e outras que digo a plenos pulmões: eu creio em milagres – como adjetivo!
Vi no blog do meu bróder Rapha Pena (Rock Tequila), que por sua vez viu no Sedentario hiperativo.
2leep.comA teologia do amor – #rabiscando2
3O amor relativiza tudo. Quem diz o contrário, ou tem medo de amar, ou nunca amou. A grande lição é: vive quem sabe amar; ame e não terás do que se arrepender.
Sentados no chão da sala, rodeados de mofadas coloridas, degustando jujubas e um saboroso suco de fruta, rabiscamos. Somos intensos e leves, pois rabiscamos com a alma.
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